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Uma reclamação trabalhista pode ser o momento em que determinado problema se torna visível. Mas, muitas vezes, o risco começou muito antes.
Contratação, jornada, remuneração, monitoramento, saúde e segurança, medidas disciplinares, prevenção ao assédio e desligamento fazem parte de uma mesma relação e precisam ser acompanhados de maneira integrada.
Uma empresa pode ter bons contratos e políticas internas e, ainda assim, manter procedimentos que já não correspondem à realidade da operação. É justamente nesse espaço entre aquilo que está formalizado e aquilo que efetivamente acontece que muitos riscos começam a ser construídos.
A prevenção trabalhista, portanto, não deve funcionar apenas como resposta a conflitos. Ela precisa integrar a própria gestão.
Essa atenção ganhou ainda mais relevância com a atualização da NR-1, cuja nova redação passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais a partir de 26 de maio de 2026.
Da mesma forma, a legislação estabelece medidas específicas de prevenção ao assédio para empresas com Cipa, reforçando a importância de políticas que funcionem efetivamente na rotina e não apenas no papel.
Gestão de pessoas também é gestão de riscos.
Na nova publicação da série Soluções Empresariais | Segurança, reunimos oito pontos que merecem acompanhamento preventivo ao longo de toda a relação de trabalho.
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Frederico & Nunes Advocacia e Assessoria Jurídica Especializada
O Direito como instrumento de continuidade empresarial.